Não é um manual, embora o leitor possa transformá-lo em fonte de trabalho. Não é um roteiro para organizar oficinas, embora sirva também a esse propósito. É, antes de tudo, o depoimento de ex-participantes da décima Oficina de criação literária, ministrada pelo escritor gaúcho Luiz Antonio de Assis Brasil, na Pontifícia Universidade Católica, em Porto Alegre, em 1992.
O tom do texto, por vezes, será de memória afetiva, outras vezes, de conhecimento científico ilustrativo, e até de registro do curso com intenção poética, por acreditar numa Literatura transformadora dos processos sócio-históricos e psicológicos em que vivemos. Visa despertar a coragem de transgredir, questionar, virar do avesso e, enfim, modificar: afinal, literatura é também rasura de letra.
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